quarta-feira, 24 de março de 2010

RESULTADO FINAL DOS INQUÉRITOS EFECTUADOS

Nas turmas do 12º ano todos os elementos inquiridos sabiam o que são as Organizações Não Governamentais. As mais conhecidas são a Quercus, a Greenpeace, a AMI e a União Zoófila, todas elas são faladas variadas vezes nos órgãos de Comunicação Social, enquanto as restantes apesar de desenvolverem grandes projectos são menos conhecidas.

Os Direitos dos animais são conhecidos por aproximadamente 99% dos elementos destas turmas, e todos estão de acordo com a existência destes Direitos.

Quando inquirimos se a vida pode ser vivida sem a crueldade que se inflige a certos animais 50% não sabe como se processa o abate dos animais para consumo, mas a maioria sabe que existe grande crueldade na forma como são transportados e abatidos estes animais.

Houve uma pequena oscilação, nas duas turmas do 12º ano onde numa turma responderam que na sua opinião a esterilização é uma violação aos Direitos do Animal, fazendo com que espécie deixem de existir e na outra turma a defesa da não esterilização não é tão defendida.

Notou-se nestas turmas que o voluntariado não tem grande peso na maioria dos alunos, sendo poucos os elementos que já o fizeram.

Grande parte dos alunos conhece projectos que defendam o ambiente e perto de 92% acha que o resultado da Cimeira de Copenhaga ficou muito aquém do esperado.

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Nas duas turmas do 11º ano continuamos a encontrar a Quercus, a GreenPeace e a AMI como as Organizações não Governamentais mais conhecidas da maioria.

Quase todos sabem o que são os Direitos dos Animais e estão solidários com a sua existência.

Numa turma a vida livre de crueldade animal tem como maioria que não é possível viver sem crueldade, enquanto a outra turma na maioria defende a vida sem crueldade.

Quase metades dos elementos das turmas do 11º ano não sabem como se processa o abate dos animais, mas sabem que são muito maltratados.

A esterilização para 75% duma turma é uma violação dos Direitos dos animais, comparando com os 50% da outra turma.

Tal como nas turmas do 12º ano, o voluntariado não faz parte do dia-a-dia dos alunos.

Conhecedores de projectos do ambiente, a percentagem das duas turmas é de 68% e a opinião generalizada do resultado da Cimeira de Copenhaga transmitem que foi muito fraca e pouco decisiva.

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Nos alunos do 10º ano nota-se que estão pouco informados acerca das Organizações Não Governamentais, tendo poucos conhecimentos da generalidade destas organizações.

Sabem e defendem os Direitos dos Animais e pensam que poderia ser possível deixar de haver crueldade para com os animais.

Grande maioria não sabe como se processa o abate dos mesmos, mas tem consciência que são maltratados.

Quase 60% dos alunos defende que não se deve proceder à esterilização dos animais.

97% dos alunos nunca vez voluntariado, grande parte não conhece qualquer tipo de projecto para a protecção do Ambiente e quase todos são unânimes em afirmar que a Cimeira de Copenhaga, não decorreu como o expectável.

terça-feira, 23 de março de 2010

INFONATURE

INFONATURE.ORG

A InfoNature.Org é uma organização que foi fundada em Agosto de 1997. Tem como missão proteger a vida animal e vegetal, o Planeta propriamente dito, defendendo o Ambiente, os Direitos Humanos, os Direitos dos Animais e a Solidariedade.

Graças aos voluntários que têm dado o seu contributo, este núcleo tem vários projectos relacionados com os sem-abrigo e pessoas carenciadas.

Esta organização, não pretende ser mais uma como todas as outras, mas sim estabelecer um novo conceito de solidariedade onde a inovação de estratégias, estabelece uma aproximação com as pessoas onde a confiança terá de se instalar, para que se possa prestar assistência a nível emocional e psicológico, principalmente. Além da distribuição de alimentos e roupas, é uma forma de aproximação para se estabelecer uma conversa e partir para uma relação de confiança.

Como objectivo a longo prazo, é ajudar as pessoas, caso pretendam, mostrem vontade a integrarem-se na sociedade e serem economicamente independentes. Tudo isto é muito difícil de alcançar e é necessário um bom apoio emocional para encarar as adversidades.

É um percurso demorado, a longo prazo e por vezes nem sempre chega ao fim com sucesso. No entanto qualquer esforço pela parte da equipa de voluntários é fácil conseguir marcar a diferença, para puder mudar de forma positiva a vida de algumas pessoas.

OBJECTIVOS DO VOLUNTARIADO

A organização do voluntariado passa pela criação de vários grupos, cada um com cinco elementos, para que acompanhem sempre o mesmo grupo dos sem-abrigo, para assim começarem a ter confiança.

Estes grupos são divididos por várias zonas de Lisboa, em que ficam responsáveis.

Pretendem uma ligação emocional com o sem-abrigo, tendo tempo para conversar, sorrir, ouvir, mostrar atenção, de maneira a criar laços afectivos que são muito necessários para que a pessoa possa sentir-se à vontade e assim falar da sua vida de forma natural e assim puderem os voluntários orientar e ajudar o sem-abrigo que pretenda mudar de vida.

A InfoNature.Org estabelece relações de inter-ajuda, partilha de recursos, apoios e integração das pessoas num meio mais estável, com a colaboração de outras instituições.

Existe a disponibilidade de informação para permitir que chegue junto dos sem-abrigo e outras pessoas carenciadas, que necessitam de ajuda tanto alimentar, como médica ou outras.

É necessário haver uma atitude de inter-ajuda entre os voluntários para criai um ambiente agradável onde impere o respeito e a amizade.

METODOLOGIA

Os grupos de cinco elementos, como atrás já mencionamos, vão para zonas de intervenção, certas, onde irão estabelecer o diálogo e a confiança do sem-abrigo. Com o contacto irão perceber as carências de cada um e assim melhorar as acções de desenvolvimento.

As saídas são efectuadas duas vezes por mês, aos sábados e ao início da noite. Cada grupo segue para a sua zona para dar início à sua actividade. Será elaborado um relatório com os acontecimentos importantes e entregue aos coordenadores do Núcleo de Solidariedade.

Independentemente de pedirem apoio aos coordenadores, os voluntários são livres de estabelecer a atenção e disponibilidade afectiva e nunca se esquecerem que quem escolhe são os sem-abrigo.

AMI

AMI

A AMI foi fundada em 5 de Dezembro de 1984, pelo Dr. Fernando Nobre, médico cirurgião urologista. É uma Organização Não Governamental portuguesa, independente a nível de política, privada e sem fins lucrativos.

A AMI tornou-se uma organização humanitária inovadora em Portugal, actua rapidamente para combater as situações de crises, exclusão social, a fome, a pobreza, sequelas de guerra, em todo o Mundo.

A AMI criou vários equipamentos sociais e já actuou em diversos países, enviando grandes quantidades de medicamentos, equipamento médico, alimentos, roupas, viaturas e dezena de voluntários.

A Acção Social da AMI tem como objectivo promover e facilitar a reinserção social de pessoas com dificuldades.

Os Centros Porta Amiga, têm como objectivo combater a pobreza e a exclusão social.

Os Abrigos Nocturnos, são abrigos destinados somente a homens que vivem na rua (sem-abrigo) e que precisam de ajuda para uma inserção no meio profissional.

Existem as residências sociais onde são hospitalizadas pessoas com grandes carências.

As equipas de rua servem para apoiar a nível social e psicológico as pessoas que se encontram a viver na rua e dar-lhes formação para inclui-los na sociedade.

Devido a existirem várias pessoas com problemas de mobilidade, que não têm apoio de familiares ou amigos, o projecto Apoio Domiciliário foi criado para apoiar estas pessoas que muitas vezes estão privada de refeições.

A Formação Profissional, o Desporto são projectos que a AMI pretende desenvolver na área social em Portugal.

2009

  • 25º Aniversário da AMI
  • Lançamento do I Fórum Internacional: “Encontro de Culturas: Ouvir para Integrar”
  • Lançamento do livro “Humanidade: Despertar para a Cidadania Global Solidária”
  • Lançamento do livro “Mais Histórias que contei aos meus filhos”
  • “Concerto Contra a Indiferença” da Orquestra Metropolitana de Lisboa assinala 25º aniversário da AMI
  • Novas Missões: Bangladesh, Cabo Verde, Zimbabué, Filipinas, Haiti, Indonésia

2008

  • Oficialização do Ambiente como um dos pilares de Acção da AMI
  • Lançamento do Projecto "Fundo Contra a Indiferença"
  • Lançamento do livro “Imagens Contra a Indiferença”
  • Lançamento do livro “Histórias que contei aos meus filhos”
  • Green Project Award – Categoria Projecto pela ideia de utilizar a recolha de resíduos como fonte de angariação de fundos
  • Atribuição à AMI do Estatuto Consultivo Especial junto do Conselho Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOC)

2007

  • Abertura do Espaço AMIArte
  • 1ª Corrida Pontes de AMIzade em Coimbra
  • Lançamento da marca "AMI Sportstars – Desporto Contra a Indiferença"
  • Lançamento do projecto "Missão Aventura Solidária"
  • Fernando Nobre condecorado com Insígnias de Cavaleiro da Legião de Honra da República Francesa
  • Lançamento do livro de Fernando Nobre “Gritos Contra a Indiferença”
  • Lançamento do livro “20 Anos a Passar Fronteiras”
  • Comemoração de 20 anos de missões
  • 1º Encontro Nacional dos Voluntários da AMI
  • 1ª Acção de Formação de Voluntários Internacionais
  • Prémio Cidadania das Empresas e Organizações da AESE – Escola de Direcção e Negócios, PriceWaterHouseCoopers e Revista Exame
  • Lançamento do projecto de Recolha de Óleos Alimentares Usados
  • Novas Missões: China, Quénia
  • Abertura do Centro Porta Amiga de Angra do Heroísmo

2006

  • Abertura do Abrigo Nocturno do Porto
  • Lançamento da Rede Dentária do Cartão Saúde AMI
  • Fernando Nobre tomou posse como Académico Correspondente da Academia Internacional da Cultura Portuguesa
  • Prémio Valorsul de Boas Práticas Ambientais no Encaminhamento de Resíduos para Tratamento
  • Novas missões: Afeganistão, Angola (Chiange), Austrália, Camarões, Indonésia, Líbano, Malásia, Moçambique, Palestina, Panamá, Paquistão, Sri Lanka, Tailândia, Timor

2005

  • Nova missão: Estados Unidos da América
  • Lançamento dos projectos de Reciclagem de Toners e Consumíveis Informáticos
  • Fernando Nobre, Presidente da AMI, é agraciado com Medalha de Honra do Concelho de Cascais
  • Lançamento do Cartão Citi AMI
  • Constituição da Fundação Portugal-Ceilão no Sri Lanka
  • 10º Campanha de Reciclagem de Radiografias

2004

  1. Abertura da Delegação da AMI na Ilha Terceira (Açores)
  2. Abertura da Delegação da AMI na Ilha de São Miguel (Açores)
  3. Abertura do Centro Porta Amiga de Vila Nova de Gaia
  4. 20º Aniversário AMI: Exposição na Cordoaria Nacional
  5. Lançamento do livro “Histórias para Não Adormecer II”
  6. Novas Missões: Bolívia, Chade/Darfur, República Centro Africana, Sri Lanka
  7. Lançamento do livro de Fernando Nobre "Viagens Contra a Indiferença"
  8. Pela 1ª vez a AMI participa nas conferências do Departamento de Informação Pública (DPI) das Nações Unidas (ONU)

2003

  • Lançamento do Prémio AMI Saúde – Doenças Infecciosas e Parasitárias
  • Novas Missões: Indonésia - Papua Ocidental, Iraque/Jordânia

2002

  • Lançamento do Cartão Saúde AMI
  • Abertura das novas instalações da AMI no Porto
  • Constituição de Núcleos em todo o país
  • Evento “Viver Timor... Amar Timor... Deixar Timor”
  • Novas Missões: Paquistão/Afeganistão, Argentina, Fiji, Ucrânia

2001

  • Início do Projecto “Equipa de Rua” em Lisboa
  • Fernando Nobre recebe o título de “Doutor Honoris Causa” pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
  • Participação no I Fórum Social Mundial (Porto Alegre – Brasil)
  • Novas Missões: Camarões, São Salvador

2000

  • Abertura do Centro Porta Amiga de Coimbra
  • Inicio do Projecto de Apoio a Domicílio
  • Publicação do livro “Olhares do Mundo”
  • Fernando Nobre recebe Medalha de Ouro dos Direitos Humanos atribuída pela Assembleia da República
  • Novas Missões: Chile, Coreia do Norte, Paquistão, Perú

1999

  • Abertura do Centro Porta Amiga de Chelas (Lisboa)
  • Lançamento do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença
  • Novas Missões: Austrália, Bangladesh, Macedónia/Kosovo, Nicarágua, Timor, Venezuela

1998

  • Novas Missões: Bósnia-Herzegovina, Colômbia, Honduras, Guiné-Bissau, TogoAcreditação do INOFOR para projectos de
  • Formação Profissional e Emprego
  • Publicação do livro “Histórias Para Não Adormecer I”

1997

  • Abertura do Abrigo Nocturno da Graça (Lisboa)
  • Abertura do Centro Porta Amiga do Funchal (Madeira)
  • II Fórum da Cooperação de Solidariedade
  • 1º Barómetro da Solidariedade

1996

  • Abertura da Delegação da AMI na Madeira
  • Abertura dos Centros Porta Amiga de Almada e Cascais
  • Lançamento do Clube de Emprego
  • Lançamento do Espaço Criança
  • 1ª Campanha de Reciclagem de Radiografias
  • Lançamento do site da AMI
  • Novas Missões: Argélia, Iraque, Nepal, Palestina, Ruanda, Senegal

1995

  • Abertura do Centro Porta Amiga do Porto
  • Leccionado o primeiro Curso de Socorrismo AMI
  • Novas Missões: Azerbeijão, Geórgia, México

1994

  • Abertura do primeiro Centro Porta Amiga: Lisboa (Olaias)
  • Novas Missões: Burundi, Ruanda (campo de refugiados), Moçambique (apoio a desmobilizados da Renamo)
  • Publicação do primeiro número da revista da AMI – AMINotícias
  • Abertura da Delegação da AMI em Angola

1993

  • AMI instala-se com Sede operacional em Lisboa
  • Primeiro Peditório de Rua
  • Novas Missões: Benin, Brasil, Cuba
  • Abertura da Delegação da AMI no Porto

1992

  • AMI presente em todos os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP)
  • Fernando Nobre é eleito vice-presidente da VOICE
  • Novas Missões: Angola, Croácia, Equador, Quénia e Somália, República Democrática do Congo

1991

  • Primeira Missão com financiamento empresarial (Grupo Entreposto): Moçambique
  • Novas Missões: Irão e Roménia
  • O Presidente da AMI, Fernando Nobre, é agraciado como Grande Oficial da Ordem de Mérito
  • Abertura da Delegação da AMI na Austrália

1990

  • Primeira Missão em cenário de guerra: Jordânia
  • I Fórum de Cooperação e Solidariedade

1989

  • Primeira Missão de Apoio a ONG Local: Índia
  • Primeira Missão de Emergência: São Tomé e Príncipe

1988

  • Primeiro mailing de angariação de fundos em Portugal
  • Reconhecimento da AMI como Instituição de Utilidade Pública
  • Novas Missões de Desenvolvimento: Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe

1987

  • Primeira Missão de Desenvolvimento: Guiné-Bissau

1984

  • 5 de Dezembro: Nascimento da Fundação AMI